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A pesquisadora Julia Paletta Crespo traz uma reflexão sobre o papel crucial que o Brasil pode desempenhar na liderança global de preservação ambiental. Em seu artigo, publicado na Revista Yasuní, ela destaca as lições deixadas pelo projeto equatoriano Yasuní ITT, que pode ser uma fonte de aprendizado para o Brasil, especialmente na difícil escolha entre exploração de petróleo e a proteção da Amazônia.

🌍 Lições do Equador: O projeto Yasuní demonstrou que é possível evitar a exploração petrolífera em áreas sensíveis e preservar a biodiversidade local, mesmo com desafios financeiros. No Brasil, a escolha de avançar com a exploração na Foz do Amazonas pode definir o futuro da política climática do país, sendo um teste importante para o governo.

🔄 Caminhos para a Transição: A matéria explora como as decisões políticas, muitas vezes motivadas pela necessidade de receitas petrolíferas, precisam ser repensadas para focar em sustentabilidade e adaptação climática. Com a aproximação da COP30, que será realizada no Brasil, é essencial discutir novas abordagens para conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

📢 Leia a matéria completa e entenda como as lições do projeto Yasuní podem influenciar a política climática brasileira e global!

 

8 de Outurbo de 2024

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Durante o prestigiado Congresso ROI 2023, nossa aluna Julia Paletta, doutoranda em energia, trouxe à tona um importante debate sobre as implicações de uma possível rescisão contratual de regimes fiscais no setor de óleo e gás (O&G). A discussão central girou em torno das abordagens distintas que Estados e Operadoras de E&P adotariam nesse cenário.

Enquanto os Estados tenderiam a optar por metodologias de valuation baseadas no valor dos Ativos, as Operadoras de E&P provavelmente prefeririam o método de Fluxo de Caixa Descontado, uma abordagem que foca nos fluxos futuros gerados pelos projetos.

Fatores Cruciais Considerados:

 - A importância de integrar o ciclo de vida do projeto no cálculo das compensações.
 - A capacidade fiscal dos Estados para atender a essas demandas de compensação.
 - A legitimidade das compensações em um contexto de transição energética e sustentabilidade.

Julia também chamou a atenção para um ponto crítico: as externalidades negativas geradas pela indústria de petróleo, que, muitas vezes, não são precificadas e acabam sendo subsidiadas. Esse cenário pode levar ao encarecimento da regulação climática (regulatory chill), dificultando ainda mais a transição energética em países dependentes de recursos fósseis.

Parabenizamos a organização do ROI 2023 pela excelência na condução dos debates e pelo destaque a temas fundamentais para o futuro da indústria e para a construção de uma economia sustentável.

 

27 de Setembro de 2024

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O PRH-41/ANP, vinculado ao Programa de Planejamento Energético da COPPE/UFRJ, está oferecendo 6 bolsas de R$ 780,00 por mês para alunos de graduação da POLI/UFRJ. As bolsas têm duração de até 24 meses e são voltadas para estudantes das áreas de Engenharia do Petróleo, Ambiental, Mecânica, de Produção e Elétrica.

📅 Prazo de Inscrição: até 10 de setembro de 2023
📧 Envio de Documentos: Histórico escolar, Currículo Lattes e Boletim de Orientação Acadêmica (BOA)

🔍 Critérios de Seleção: Aproveitamento escolar (CRA), produção bibliográfica e atividades acadêmicas prévias.

📢 Resultado: 16 de setembro de 2023

Para mais informações, acesse o site do PRH-41/ANP.

12 de Agosto de 2024

 

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A aluna Julia Paletta esteve na Universidade de Sapienza, Itália, durante a 19ª Conferência de Desenvolvimento Sustentável em Energia, Água e Sistemas Ambientais (SDEWES) para uma discussão urgente sobre o setor de petróleo e gás no contexto das mudanças climáticas. Julia participou de debates sobre a possibilidade de compensar operadores de E&P pelo phase-out fóssil.

A ciência demonstra claramente a existência de uma bolha de carbono, que limita a quantidade de reservas de petróleo e gás que podem ser exploradas se quisermos limitar o aquecimento global a 1,5 ou 2 graus Celsius. Esse conceito deu origem aos termos "recursos e reservas não-queimáveis ou não-explotáveis", que permanecerão no subsolo devido às ambições climáticas.

No evento, Julia discutiu os limites, metodologias e a legitimidade dessas compensações no cenário da emergência climática.

 

16 de Setembro de 2024

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No dia 2 de agosto de 2024, Letícia Gonçalves Lorentz, aluna do Programa de Pós-Graduação em Planejamento Energético e Ambiental da COPPE/UFRJ e bolsista do PRH-41, defendeu sua dissertação de mestrado intitulada "Do Campo ao Refino: Uma Avaliação do Coprocessamento de Biomassa nas Refinarias Brasileiras".

O estudo, orientado pelos professores Pedro Rua Rodriguez Rochedo e a pesquisadora Isabela Schmidt Tagomori, teve como objetivo principal avaliar o coprocessamento de óleo de soja em unidades de hidrotratamento das refinarias brasileiras, focando nos aspectos anteriores à entrada da matéria-prima nas refinarias, tais como a disponibilidade e custo da biomassa, mudanças no uso do solo, emissões de gases de efeito estufa (GEE) e logística.

Durante sua defesa, Letícia apresentou os resultados obtidos através da adaptação do modelo Bioenergy and Land Optimization Spatially Explicit Model (BLOEM). Os cenários analisados indicaram que a parcela vegetal do diesel coprocessado teria uma intensidade de carbono de 26,3 gCO2e/MJ e custo de 26,5 USD/GJ, em média. Além disso, foi constatado que, na maioria dos cenários, o diesel coprocessado com 20% de conteúdo vegetal teria um custo menor do que a mesma mistura de biodiesel.

A banca avaliadora foi composta pelos professores Pedro Rua Rodriguez Rochedo, Isabela Schmidt Tagomori, Alexandre Szklo e Thayse Hernandes, que aprovaram a dissertação com louvor, destacando a relevância do tema para a transição energética e a descarbonização do setor de refino no Brasil.

Parabéns, Letícia Gonçalves Lorentz, pelo excelente trabalho e pela contribuição para a pesquisa em coprocessamento de biomassa e transição energética no Brasil!

 

06 de Agosto de 2024

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